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Anastásia na Cultura Pop

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Cem anos após a Revolução Russa, Nicolau II e a família estão muito melhor na História do que  aqueles que derrubaram a Monarquia dos Romanov. Cada nova biografia é um estouro de vendas. Mas, antes mesmo que os Romanov fossem absolvidos pela Procuradoria Geral da Rússia e aceitos na lista de vítimas políticas da ditadura leninista,  a família imperial russa já era ícone pop graças aos meios de comunicação de massa.  Uma das maiores responsáveis por manter acesa a memória das Romanov foram os impostores que alegaram ser os descendentes de Nicolau II. De todos a mais famosa foi sem dúvida Anastásia Tchaikovsky ou Ana Anderson. Anderson, de quem nós já falamos no blogue até à exaustão , foi identificada por vários parentes e amigos íntimos do último czar como a legítima Anastásia. Mas foi tachada de impostora pelo tio, Ernesto de Hesse, depois que alegou tê-lo visto em uma tentativa de negociação de paz em separado com o czar. Logo no início  Hollywood demonstrou in...

Como nasceu o gênio literário das Brontë?

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Desde o sucesso da série Harry Potter, que crianças do mundo inteiro são estimuladas a escrever suas próprias histórias. Sempre à frente do tempo, as crianças Brontë já faziam isso há quase duzentos anos. Divididos em dupla os quatro escreviam séries tendo como heróis personagens históricos, poetas ou escritores.  Tudo começou quando Patrick Brontë presenteou o filho Branwell com doze soldadinhos de madeira, a cinco de junho de 1826. Mesmo que o bondoso vigário tivesse trazido também um brinquedo para cada uma das filhas, foi a partir das aventuras vividas pelos bonecos de Branwell que as Brontë inventaram os primeiros romances.  Charlotte, que àquela época já era a líder dos irmãos mais novos, foi a primeira a separar um soldadinho para si: “Este é o duque de Wellington!”, gritou. Depois foi a vez de Emily e Anne também escolherem um. Foi Charlotte ainda que, em dezembro do ano seguinte, criou o primeiro mundo imaginário em que os irmãos se refugiariam em suas brin...

Os maiores Beijos do Cinema

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Desde o surgimento na antiguidade até nossos dias o beijo tem várias significações de acordo com a época e a ocasião. Seu gesto tanto poderia ser uma homenagem como uma sujeição, uma gratidão ou uma reverência. Anunciar a paz ou indicar traição. Houve um tempo na Inglaterra em que o beijo era saudação usual. Chegando a uma casa, os visitantes beijavam todas as mulheres presentes. O costume foi banido mais tarde pelos puritanos, mas enquanto durou as inglesas sempre souberam se mostrar bastante hospitaleiras.  No cinema, coube à atriz Bessie Love o privilégio de dar o primeiro beijo no filme "Para salvar a Raça (The Aryan, 1916). O Código de Hays, que durante quase quarenta anos cerceou a liberdade artística de Hollywood, não impediu que Vivien Leigh e Clark Gable, e mais tarde Debora Kerr e Burt Lancaster, trocassem alguns dos mais "calientes" beijos da história da cinematografia. Marcando o espírito de cinéfilos do mundo inteiro por décadas. Mas não foi nos anos l...

20 curiosidades sobre Jeannie é um Gênio

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A história de "Jeannie é um Gênio" está diretamente ligada ao sucesso de outra série, "A Feiticeira", lançada um ano antes. Estrelado por Elizabeth Montgomery, o sitcom é considerado um dos cinquenta melhores já produzidos pelos Estados Unidos até hoje.  A imagem da personagem também ficou tão colada à atriz que ela é lembrada pelo papel até a atualidade. A série estreou em setembro de 1964 e incomodou tanto a concorrência que pouco tempo depois o canal "NBC" encomendou ao produtor Sidney Sheldon uma comédia para concorrer com ela. Você provavelmente deve conhecer o escritor Sidney Sheldon, mas mesmo antes de se aventurar pelo mundo dos romances de mistério, o romancista já era um bem sucedido roteirista americano. Ele tinha ganhado um Oscar de Melhor Roteiro pelo filme "O Solteirão Cobiçado", em 1948; e um "Tony" pelo musical "Redhead", em 1959. A produção confiava nele, mas "Jeannie é um Gênio" foi um sucesso ...

Audrey Hepburn, Ícone Pop

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Em 18 de setembro de 1951 Audrey Hepburn foi levada ao set de filmagem do Pinewood Studios da Inglaterra para um teste cinematográfico. O filme seria estrelado por Gregory Peck, mas quem seria a atriz? A princípio pensaram em Elizabeth Taylor ou Jean Simmons, mas as duas estavam muito ocupadas na época. Foi então que Richard Mealand, representante da Paramount em Londres, lembrou de uma breve aparição de Audrey no longa “Laughter in Paradise” e achou que ela poderia ser a atriz ideal para o novo filme que estavam produzindo - “A Princesa e o Plebeu”. Hepburn não sabia, mas o diretor William Wyler instruiu o cameraman a manter a câmara rodando depois do fim da cena. Quando ouviu “corta”!, Audrey sentou-se na cama e perguntou:  -E aí, como foi? Fiz bem? Como não ouviu resposta, apenas o ronronar da câmera, concluiu: “Ah, me enganaram! Ainda estão gravando!” E caiu na risada. Quando viu aquilo a equipe não teve dúvidas de que estava diante da atriz certa para o papel. Nasceu assi...

Quais são os filmes favoritos de alguns Astros do Cinema Mundial?

Quais são os filmes favoritos dos atores de Ângela Sousa

Três Irmãs: A História das Brontë

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Isabelle Adjani, Isabelle Huppert e Marie - France Pisier em cena do filme "As Irmãs Brontë."  Quando Charlotte Brontë sentou-se para escrever a paixão de uma governanta por um homem casado, provavelmente não imaginou que com aquela obra abriria também um novo capítulo na História da Literatura Universal. O romance soou tão moderno para a época que ofuscou até o brilho de "O Morro dos Ventos Uivantes", da irmã Emily, lançado em dezembro do mesmo ano. Fato que ela sempre considerou um despropósito. “As críticas não souberam fazer-lhe a merecida justiça. (...) Seu significado e natureza foram incompreendidos e a identidade da autora falsamente interpretada. Alguns chegaram ao cúmulo de afirmar que se tratava de uma tentativa mais antiga e rudimentar da mesma pena que havia escrito 'Jane Eyre'”, lamentou. Durante muito tempo os críticos não tiveram dúvidas em apontar Charlotte como a mais talentosa das irmãs Brontë. Mas em 1877 o poeta e crítico inglês ...